Vou contar aqui minhas impressões pessoais sobre a Festa Literária Internacional de Paraty, que aconteceu do dia 2 ao dia 6 de julho. Para começar, estou muito feliz de poder dizer aquelas duas palavrinhas, quando falarem sobre a FLIP: "eu fui".
É difícil nunca ter ouvido falar da FLIP, porque sempre que ela está acontecendo, aparecem notícias nos jornais e na televisão. Realmente, quando estive lá, pude ver diversos canais cobrindo o evento, Globo, Cultura, Band, Gazeta... Isto freqüentemente me estimulava a me apresentar para as pessoas dizendo "oi, sou estudante de jornalismo". Uma vez deixei o "estudante" de lado só para ver qual era o efeito que fazia, e disse "oi, sou jornalista". Não é que gostei!
Então este ano não deixei barato, me juntei a mais três colegas e fomos para Paraty! A experiência foi incrível e valeu o custo da viagem (minha mãe que o diga) e o cansaço por passar seis horas num ônibus de São Paulo até Paraty, com direito a serras tortuosas e muito dramin!
Na FLIP, descobrimos que existem três jeitos de se assistir a uma palestra, que lá eles chamam de mesa (talvez porque do lado da cadeira de cada autor haja uma mesinha, com uma garrafa de água...). O primeiro, aparentemente impossível para reles estudantes, é a Tenda dos Autores. A meia entrada custa R$ 12,00 e os lugares se esgotam num piscar de olhos. O jeito é ficar na entrada da tenda, esperando alguém que desista de assistir e queira vender sua entrada, ou então... deixa quieto. O segundo, é pagar R$ 4,00 e entrar na Tenda do Telão, cuja única vantagem de se estar lá dentro é poder se sentar em uma cadeira, porque a tenda é aberta, possui três telões grandes e uma caixa de som bastante potente. Assim, o terceiro jeito é ficar do lado de fora, que é inteiramente grátis, porém de pé, ou apoiado nas grades, sentado em muretas, no chão ou nos confortáveis pufes do Espaço Unibanco, logo ali ao lado...
Outra coisa bem divertida de se estar em um evento como esse, é encontrar pessoas famosas! Alguns passam de relance, outros até criamos coragem e abordamos, para uma foto ou um simples papo. Por exemplo, eu vi o Cunha Jr (do Metrópolis, TV Cultura), a Marina (da MTv), a Maitê Proença (atriz global), o Sérgio Marrone (ator global), o Rafael (do programa CQC), fora os autores que me deram autógrafos nos seus livros, como Humberto Werneck e Pierre Bayard. Mas o melhor de tudo foi encontra o escritor Luis Fernando Veríssimo! Vimos os quadros da exposição com o Veríssimo, cruzamos a rua com o Veríssimo, jantamos numa mesa com o Veríssimo... (OK, agora troque as palavras por "ao lado de", "na", "perto do"). Só não tivemos coragem de conversar ou pedir uma foto com ele, mas fica para a próxima vez!
Acho que este post está grande demais, e as pessoas vão ter preguiça de lê-lo até o fim, por isso vou parando por aqui. Afinal, não sou nenhum Veríssimo, que apesar do jeito tímido e caladão, faz a gente rir com seu jeito engraçado de escrever!
Até a próxima!
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Um comentário:
Hahaha!! Adorei...
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